quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
De volta, espero eu....
Como repararam foi à muito tempo que escrevi pela última vez no meu querido Pioneers, mas isso está a mudar.
Foi bastante motivador saber que as pessoas gostavam do meu blogue e, mais incentivador ainda, foi o facto de me pedirem para voltar por acreditarem realmente nisto.
Este post é para o Pedro Ramalhete e para a Penny. Obrigado.
Foi bastante motivador saber que as pessoas gostavam do meu blogue e, mais incentivador ainda, foi o facto de me pedirem para voltar por acreditarem realmente nisto.
Este post é para o Pedro Ramalhete e para a Penny. Obrigado.
sábado, 24 de maio de 2008
Kaiser Chiefs - Para o mundo, mas com Leeds no coração!
Tudo começou quando um grupo de jovens e inexperientes músicos decidiu fazer música através de uma banda denominada de Parva. As coisas não correram muito bem, apesar de tudo, mantiveram durante algum tempo uma ligação fantoche a uma editora, da qual ansiavam ver-se libertos. Esse desejo concretizou-se m 2003 e, a partir daí dedicaram-se ao estilo que mais amavam,o Indie, e fizeram-no sob o nome de Kaiser Chiefs, que estes dizem ter sido escolhido devido a uma equipa australiana de futebol, desporto do qual são assumidos adeptos.Em 2005, sai para as lojas um albúm que considero simplesmente fantástico, "Employment" era o seu nome. Indie de festa, complementado com intensas baterias, virtuosos teclados e atrevidas apostas vocais. É sem dúvida um dos grandes albúms na indústria alternativa dos últimos anos.
Depois de passagens por Glastonbury e por toda a Europa, esperava-se então o albúm da confirmação, nome que infelizmente não pode ser dado ao segundo albúm desta banda, na minha opnião.
"Yours Truly, Angry Mob" é lançado em 2007 acompanhado do single de apresentação "Ruby", tema que foi extremamente bem acolhido por o público e que ecoou por muito tempo na cabeça dos fãs. Este albúm não correspondeu às espectativas de muitos fãs, incluindo eu, na medida em que não veio acrescentar muito ao reportório da banda, a não ser uma clara evolução instrumental . Não sendo um mau albúm, deixa muito apetite para ver novo material da banda, mais propriamente o terceiro albúm, vulgarmente chamado de albúm da consagração.
Apesar de tudo, são sem dúvida uma banda fenomenal e aconselho a todos a aparecer dia 6 de junho no Parque da Bela Vista para ver um concerto que promete não desiludir, já que nesse dia também actuam Muse(SIM! está para próximo um post sobre eles) e The Offspring.
De Leeds para o mundo, assim vai esta banda continuar a fascinar os amantes da música.

One HUndred Steps "Eyes Of Laura Mars"
Há muito que já confessei a minha paixão pela cena punk/hardcore/emocore portuguesa. Por este blog já passaram bandas como Tara Perdida ou More Than A Thousand, também de Setúbal chegam os talentosos One Hundred Steps.Este colectivo impõe claramente um Hardcore com traços de emocore que, transpirando musicalidade e melodia, agarra-nos do primeiro ao último segundo do seu EP de estreia "Eyes Of Laura Mars". Este trabalho e´, na minha opnião, um dos melhores que se tem feito ultimamente em Portugal, pois tendo o estilo acima já referido, explora-o com individualidade e qualidade, criando um som característico da banda. São certamente uma banda que aconselho a explorarem, principalmente para os fãs de More Than A Thousand e Easyway.
Aposto a cem por cento nesta banda e aguardo ansiosamente pelo seu albúm de estreia "Human Clouds" que sairá este verão. !!!ROCK ON!!!

Nota: 8/10
Nota: Dos melhores exemplares deste estilo que já ouvi. Prima em vozes melodiosas e agoniantes gores, nao esqueçendo um instrumental arrepiante e estremamente agradável.
quarta-feira, 21 de maio de 2008
Animal Collective "Há experiências que resultam!"

De Baltimore chega-nos uma das mais intressantes bandas da cena alternativa, os Animal Collective. Esta é uma daquelas bandas que, na minha opnião, ou se odeia ou se ama, sendo que a primeira opção é a mais comum pois nem toda a gente consegue captar a beleza e qualidade presente neste projecto experimental. Esta situação acaba por ser vantajosa, na medida em que cria uma sólida base de fãs que, embora pequena, apoia-os incondicionalmente e enche salas em ambientes únicos e intimistas que proporcionam concertos inesquecíveis. Para quem quiser explorar esta banda aconselho que nãõ faça só através da música "Peacebone" ou "Fireworks", pois a verdadeira éssência da banda não se revela aí. Aviso que eles iram estar em Lisboa dia 28 de Maio na Lux Frágil para um concerto que já se encontra esgotado, mas no dia próximo da hora do espectáculo ainda deve ser possível a sua compra. Este concerto terá como 1ª parte os talentosos Atlas Sound. Abraços e aparecam!
domingo, 4 de maio de 2008
Spoon "Indie Minimalista"
Todos gostamos de uma banda que preze por músicas complexas e infernais combinações instrumentais, mas desde já vos garanto que existe uma banda que, soltando três acordes, duas notas de baixo e uma básica bateria por música, é capaz de desenvolver um albúm extraordináriamente simples e eficaz. Falo dos americanos Spoon. Originários do Texas, esta banda pratica um indie minimalista que aposta principalmente num evidenciado baixo, acompanhado por uma simples bateria que vão sendo auxiliados por uma melodiosa guitarra e um alternativo combinado de teclas. Esta fórmula fez nascer um filho exemplar baptizado de "Ga Ga Ga Ga Ga". Este albúm veio melhorar o semi-impecável "Gimme Fiction", trazendo alegria e um Britt Daniel mais solto e arrojado, tentado a vomitar todo o seu talento.No passado dia de fevereiro, tive o prazer de assistir a um concerto desta banda que teve lugar na Aula Magna em Lisboa. Simples mas agradável, com um final demoniacamente arrepiante quando Britt decide explodir com raiva o sistema de cordas da sua guitarra. Tive a honra de conhecer pessoalmente o Britt e para além de ser uma pessoa super acessível, dá imenso valor aos fãs, algo raro nos dias de hoje. 

Nota: 7/10 Vamos ser um pouco mais complexos, sim?
Tara Perdida "Nada a esconder"

A cena punk rock portuguesa é conhecida por fortes e inabalávais mensagens transmitidas por potentes guitarras e intensas baterias. Uma das bandas que o melhor faz são, sem dúvida, os Tara Perdida.
Cada vez mais uma vincada influência para novos projectos deste género, esta banda deixou valiosos manuais de aprendizagem como "É ASSIM..." E "Lambe-Botas", que permanecem ainda na cabeça de muita gente.
Acabam de lançar o trabalho "Nada a esconder", albúm que na minha opnião não vem acrescentar muito ao bom reportório desta banda. Seguindo por caminhos claramente alcatroados pela comercialidade, o single de apresentação "Sentimento Ingénuo", deixa antever uma MTVização desta talentosa banda.
Apesar de isso o albúm não deixa de ser agradável e aconselho a sua compra, nem que mais não seja pelo dvd que com ele vem, resuscitando o concerto dos lisboetas na Vans Tour.
Nota: 6/10(embora seja uma das minhas bandas de eleiçãõ) sexta-feira, 2 de maio de 2008
Lostprophets- profecia indefinida

A junção de música Alternativa, Hard Rock, Metal e uma pequena, mas notável, vibração de Punk, resulta numa banda chamada Lostprophets. Fundada em 1997, na cidade de Pontypridd no País de Gales por dois membros da antiga banda de Hardcore Punk “Public Disturbance” (sendo eles o depois vocalista Ian Watkins e depois guitarrista Mike Lewis), têm, até aos dias de hoje, deliciado o mundo com o seu distante género musical, apreciado por muitos.
Entre 1997 e meados de 2000, depois da entrada de Lee Gaze na guitarra e do DJ Stezpak, a banda lançou várias registos de experiência, EP’s, agora raros, e conseguiu vários concertos pequenos em bares do seu país para espalharem a sua música. Rapidamente ficaram conhecidos e conseguiram um grande número de fãs. O primeiro demo conhecido deles é intitulado “Here Comes the Party” que apresentava faixas com vibrações de ska e metal, umas instrumentais e o vocalista Ian Watkins a cantar rap. Mais tarde a banda lançou dois EP’s sendo o primeiro chamado “Para Todas Las Putas Celosas” e o segundo “The fake sound of progress” (ambos já sem Ian a cantar rap). Depois de terem chamado a atenção a revistas, começaram a trabalhar no “The fake sound of progress” melhorando o som e assinaram contrato com a Visible Noise.
Lançaram o seu álbum de estreia “Thefakesoundofprogress” em Julho de 2000 e conseguiram captar surpreendentemente muita atenção á volta do mundo com músicas como “Kobrakai”, “Still Laughing”, “The Fake Sound Of Progress”, “Shinobi vs. The Dragon Ninja” entre outras (sendo as duas últimas feitas videoclips). Reparou-se que o som da banda evolui com a entrada de Stuart Richardson no baixo e Mike passando para a guitarra rítmica, pois neste álbum sente-se uma onda de rock a fluir pelos sons.
A banda obteve tanto sucesso que desde o lançamento do álbum até ao final de 2002 esteve a promovê-lo até que começaram a gravar novo material em 2003 e apresentando-o em vários concertos, obtendo críticas boas e excelente aceitação pelos fãs. O segundo álbum chamado “Start Something”, apresentou um estilo musical muitíssimo mais virado para um misto de Punk com Alternativo e se calhar pelo meio um pouco de instrumentalismo. O primeiro single a ser lançado do álbum foi “Burn Burn”, mas foi o segundo, lançado mais tarde, que agarrou por completo o mundo a esta banda e foi ele o “Last Train Home” que os fãs consideram mítica. A maioria dos fãs de hoje em dia começaram por conhecer os Lostprophets por esta música e o seu vídeo que capta a essência da juventude. Outras músicas conhecidas do álbum são “Last Summer”, “Hello Again” e “To Hell We Ride”.
Lançado em Junho de 2006 o single “Rooftops (A Liberation Broadcast)”, Lostprophets surpreenderam por completo a sua legião de fãs ao introduzirem á definição da banda música Alternativa pura e Hard Rock. O terceiro álbum “Liberation Transmission” foi lançado nesse mesmo mês e nele se encontram músicas poderosas como “A Town Called Hypocrisy” (sendo esta possivelmente a preferida dos fãs), “Everyday Combat”, “4:AM Forever” e “Can’t Catch Tomorrow”. Muitas das críticas que obtiveram sobre a comparação feita entre o segundo e o terceiro álbum, foi que ambos os álbuns tinham energias diferentes, tanto ao vivo como em CD o que de facto é verdade. Não se pode comparar mas pode-se afirmar que de certeza que ambos os álbuns são em si excelentes.
Até hoje a banda tem andado em digressão a promover o álbum, mas já a meio de 2007 começaram a trabalhar em novas músicas que apresentaram ao vivo em concerto. O seu som parece-se virar mais para Rock Alternativo e Metal e banda afirmou que quer este álbum tenha um som mais “escuro” e “nojento”. Estas novas músicas já gravadas irão ser postas no quarto álbum da banda que irá ser lançado no Verão de 2008, ainda sem título. Tudo o que temos a antecipar é a energia única que esta banda pode trazer aos palcos e um álbum recheado de novas músicas para desfrutarmos. O público espera ansiosamente.
Únicos e intensos, assim caminham os Lostprophets para a consagração.
Entre 1997 e meados de 2000, depois da entrada de Lee Gaze na guitarra e do DJ Stezpak, a banda lançou várias registos de experiência, EP’s, agora raros, e conseguiu vários concertos pequenos em bares do seu país para espalharem a sua música. Rapidamente ficaram conhecidos e conseguiram um grande número de fãs. O primeiro demo conhecido deles é intitulado “Here Comes the Party” que apresentava faixas com vibrações de ska e metal, umas instrumentais e o vocalista Ian Watkins a cantar rap. Mais tarde a banda lançou dois EP’s sendo o primeiro chamado “Para Todas Las Putas Celosas” e o segundo “The fake sound of progress” (ambos já sem Ian a cantar rap). Depois de terem chamado a atenção a revistas, começaram a trabalhar no “The fake sound of progress” melhorando o som e assinaram contrato com a Visible Noise.

Lançaram o seu álbum de estreia “Thefakesoundofprogress” em Julho de 2000 e conseguiram captar surpreendentemente muita atenção á volta do mundo com músicas como “Kobrakai”, “Still Laughing”, “The Fake Sound Of Progress”, “Shinobi vs. The Dragon Ninja” entre outras (sendo as duas últimas feitas videoclips). Reparou-se que o som da banda evolui com a entrada de Stuart Richardson no baixo e Mike passando para a guitarra rítmica, pois neste álbum sente-se uma onda de rock a fluir pelos sons.
A banda obteve tanto sucesso que desde o lançamento do álbum até ao final de 2002 esteve a promovê-lo até que começaram a gravar novo material em 2003 e apresentando-o em vários concertos, obtendo críticas boas e excelente aceitação pelos fãs. O segundo álbum chamado “Start Something”, apresentou um estilo musical muitíssimo mais virado para um misto de Punk com Alternativo e se calhar pelo meio um pouco de instrumentalismo. O primeiro single a ser lançado do álbum foi “Burn Burn”, mas foi o segundo, lançado mais tarde, que agarrou por completo o mundo a esta banda e foi ele o “Last Train Home” que os fãs consideram mítica. A maioria dos fãs de hoje em dia começaram por conhecer os Lostprophets por esta música e o seu vídeo que capta a essência da juventude. Outras músicas conhecidas do álbum são “Last Summer”, “Hello Again” e “To Hell We Ride”.
Lançado em Junho de 2006 o single “Rooftops (A Liberation Broadcast)”, Lostprophets surpreenderam por completo a sua legião de fãs ao introduzirem á definição da banda música Alternativa pura e Hard Rock. O terceiro álbum “Liberation Transmission” foi lançado nesse mesmo mês e nele se encontram músicas poderosas como “A Town Called Hypocrisy” (sendo esta possivelmente a preferida dos fãs), “Everyday Combat”, “4:AM Forever” e “Can’t Catch Tomorrow”. Muitas das críticas que obtiveram sobre a comparação feita entre o segundo e o terceiro álbum, foi que ambos os álbuns tinham energias diferentes, tanto ao vivo como em CD o que de facto é verdade. Não se pode comparar mas pode-se afirmar que de certeza que ambos os álbuns são em si excelentes.
Até hoje a banda tem andado em digressão a promover o álbum, mas já a meio de 2007 começaram a trabalhar em novas músicas que apresentaram ao vivo em concerto. O seu som parece-se virar mais para Rock Alternativo e Metal e banda afirmou que quer este álbum tenha um som mais “escuro” e “nojento”. Estas novas músicas já gravadas irão ser postas no quarto álbum da banda que irá ser lançado no Verão de 2008, ainda sem título. Tudo o que temos a antecipar é a energia única que esta banda pode trazer aos palcos e um álbum recheado de novas músicas para desfrutarmos. O público espera ansiosamente.
Únicos e intensos, assim caminham os Lostprophets para a consagração.

Este texto foi escrito por Bruno Silva, grande amante de música como eu.
Klaxons- indie psicadélico

O indie apresenta-se perante nós de várias formas. Desde algo sombrio com Bloc Party, a divertido com os The Rakes, bem como multi-facetado como é o caso dos Nova-Iórquinos The Strokes. Mas mostra-se agora de uma forma algo psicadélica. Isso acontece devido aos londrinos Klaxons.
Ingleses de nacionalidade, esta banda auto-intitula o seu estilo como new rave, nao fugindo muito à realidade.
Deram-se a conhecer à indústria quando em 2006 editaram o Ep "Xan Valleys", registo esse que não atingindo um reconhecimento extraordinário, preparia a bomba que estava prestes a ser rebentada.
Março de 2007, sai para as lojas "Myths Of The Near Future", e invade por completo as rádios e cativa os amantes de música com o melodioso "Golden Skans". Seguiram-se poderosos singles como "Atlantis To Interzone" e "Magick", salientando assim a faceta mais psicadélica da banda. Este albúm fez-lhes também as malas para uma digressão pelos maiores festivais da europa como Glastonbury.
Com novo albúm à vista e uma paixão conquistada aos amantes do alternativo, assim vão, exuberantes e embriagádos, conquistando público a cada dia.

More Than A Thousand!!!

É com grande orgulho que realizo esta entrada sobre uma das minhas bandas favoritas. Falo dos portugueses More Than A Thousand.
Formados em Setúbal, esta banda constituída por: Vasco Ramos na voz, Filipe Oliveira na Guitarra solista, Sergio Sousa na guitarra rítmica, Pedro Pais na bateria e Ricardo Sousa no baixo, sempre adoptou uma Hardcore/Metalcore, embora também os possamos ouvir em registos mais emocore.
A nível discográfico contam já cinco registos (três EPs, e dois albúms), sendo que destaco o Volume 2: The Hollow e Volume 3: MAR, embora a melhor música desta banda, na minha opnião, " Its the blood, theres something in the blood" seja retirada do EP online "Teen Massacre".
Saliento a coragem desta banda ao emigrar para Inglaterra em busca de reconhecimento, passando muitas vezes por dificuldades para fazer o que mais lhes dá prazer...a música.
Contando já com actuações com bandas como Papa Roach ou Incubus, e uma espectacular passagem pelo SBSR 2007, os MTAT vão consolidando cada vez mais o seu lugar no panorama musical nacional.
sexta-feira, 18 de abril de 2008
The Hives "A melhor banda de sempre"

A música alternativa passava tempos de melancolia e aclamava por uma banda que a fizesse renascer de forma enérgica. E esse renascimento estaria para próximo.
Tudo começa em Fargersta, uma cidade sueca, quando 5 adolescentes decidem formar um grupo musical. Em 1994 iniciam uma série de concertos em torno da sua cidade, ganhando assim uma relativa popularidade. Em 1995, quase por milagre a banda e conhecida em quase todo o país nórdico de onde é proveniente, era então altura de entrar em estúdio. Em 1996 é lançado o EP "Oh Lord! When? How" que, tendo um nome estranho, viria mais tarde a assentar plenamente em toda a exuberância desta banda.
A banda havia tido um sucesso estrondoso e era altura de se estrear em formato de albúm. Em 1997 lança Barely Legal, que não tendo um sucesso avassalador, foi um albúm que ameaçou um curto circuito nas aparelhagens.
Lançado Barely Legal, passaram-se três anos sem se ouvir falar em Hives.Mal se sabia o que estava para vir...
Depois de "Veni Vidi Vicious" os ter projectado para um patamar elevado do panorama musical, os Hives lançavam "Tyrannosaurus Hives", albúm que continuando com guitarras fervilhantes e ritmos contagiantes e alucinantes, solta temas como "Antidote" e a mais que aclamada "Walk Idiot Walk!". Os Hives viviam tempos dourados.
Chega então, a contagem decrescente (tick, tick, tick, tick...BOOM!!), 2007 para os Hives, ano esse que seria marcado pelo preto e o branco, não se chamasse o novo albúm "The Black and White Album". A justificação para este título foi dada por Pelle numa entrevista: "...se os metallica fizeram um black album e os Beattles um White, só existe uma banda capaz de fazer um que seja superior a esses dois juntos...". Arrogante mas realista, Pelle e um elemento fundamental para o carisam desta banda. Em relação ao albúm revela-se imensamente enérgico, como podemos comprovar em "Tick Tick Boom".
Electrizante e avassaladora, assim promete continuar esta banda que já assumiu um papel fundamental no panorama musical.
A indústria musical sofreu um tarramoto de elevada potência quando em 2000, as lojas são invadidas por "Veni Vidi Vicious", albúm incrívelmente estrondoso, onde se denotam facilmente os impetuosos riffs de Nicholaus Arson e a voz estonteante de Pelle Almqvist, e de onde saíram eternos hinos como: "Hate To Say I Told You So", "Die, All Right!" e "Main Offender".
Depois de "Veni Vidi Vicious" os ter projectado para um patamar elevado do panorama musical, os Hives lançavam "Tyrannosaurus Hives", albúm que continuando com guitarras fervilhantes e ritmos contagiantes e alucinantes, solta temas como "Antidote" e a mais que aclamada "Walk Idiot Walk!". Os Hives viviam tempos dourados.
Chega então, a contagem decrescente (tick, tick, tick, tick...BOOM!!), 2007 para os Hives, ano esse que seria marcado pelo preto e o branco, não se chamasse o novo albúm "The Black and White Album". A justificação para este título foi dada por Pelle numa entrevista: "...se os metallica fizeram um black album e os Beattles um White, só existe uma banda capaz de fazer um que seja superior a esses dois juntos...". Arrogante mas realista, Pelle e um elemento fundamental para o carisam desta banda. Em relação ao albúm revela-se imensamente enérgico, como podemos comprovar em "Tick Tick Boom".
Electrizante e avassaladora, assim promete continuar esta banda que já assumiu um papel fundamental no panorama musical."A melhor banda de sempre", assim se auto-proclamam. Se são a melhor não sei mas são certamente uma das melhores bandas da actualidade.


Divulgação: Rita Redshoes
A música conta com grandes bandas e artistas, e a esse extraordinário leque acaba de se juntar uma importante peça.Rita Pereira de nome, Rita Redshoes em palco, esta senhora veio acrescentar uma nova dinâmica à música portuguesa. Ofereçendo músicas onde podemos ouvir um bonito piano e a sua melodiosa voz, o seu primeiro albúm "Golden Era" vem com uma expectativa de sucesso bastante boa, possuíndo faixas deliciosas como "Choose Love" e "Minimal Sounds".
Portanto, para quem estiver à procura de um albúm relaxante e de imensa qualidade, aqui fica a minha recomendação: Rita Redshoes- "Golden Era".
quinta-feira, 17 de abril de 2008
Editors- perfeccionismo indie
A música é feita de lendas e referências que influenciam de forma evidente novos projectos. Qual é a pessoa que nunca ouviu falar dos lendários Joy Division e do seu mítico líder Ian Curtis? Muito provavelmente, muita gente já terá tido o prazer de ouvir Interpol e a marcante voz de Paul Banks. E se no meio dessas duas bandas se encontrasse um valioso tesouro? Falo de Editors. Formados na cidade inglesa de Birmingham por Tom Smith, Ed Lay, Russ Leetch e Chris Urbanowicz, esta banda teve nomes como: The Pride ou Snowfield, acabando por apenas se definir como Editors em 2004 ao assinarem um importante contrato discográfico.
O potencial presente naquele grupo de universitários ingleses aguardava por se mostrar ao mundo. Essa montra abriu-se com "The Back Room", albúm que conta com potentes faixas como: Lights, Blood, Munich e Bullets, especialmente marcadas por virtuosas guitarras e pela intensa voz de Tom Smith. Este albúm obteve muito boas críticas, servindo de passaporte aos Editors para grandes palcos europeus.
Haviam passado dois anos, e chegava às lojas a confirmação da qualidade desta banda. Essa confirmação tinha por nome "An End Has A Start", albúm que, na minha opnião, acabando por ser inferior ao anterior, nao deixa de ter faixas agradáveis como: Smokers Outside The Hospital Doors que invadiu todos os meios de comunicação social e onde nos podemos deliciar com reflecções de Tom no piano. Tem também outras faixas intressantes como An End Has A Start e Racing Rats. No geral considero um albúm muito bem conseguido.
Mudando de assunto, os Editors apesar de todo o seu reconhecido valor, foram ao longo do tempo sujeitos a implacáveis associações a Joy Division e Interpol. Quanto a isso tenho apenas duas coisas a dizer: primeiro, todas as bandas são influenciadas pela banda de Control, nem que mais não seja por toda a filosofia de vida que girou a volta de Curtis, e segundo, os Editors e Interpol não têm culpa de ambas terem vocalistas com vozes bastante marcantes (já que isso parece ser o único argumento de semelhança usado por esses indivíduos), aliás, isso só é bom para o panorama musical.
Deslizando por fortes sonoridades Indie, assim vão os Editors marcando a sua posição no panorama musical.

Divulgação- Vampire Weekend
Quando falamos em Indie Rock, o nosso pensamento é, de imediato, invadido por nomes sonantes como Babyshambles e os próprios Libertines, assim como os meninos bonitos do Indie: Arctic Monkeys.Mas desta vez irei falar de uma banda que na minha opinião irá dar cartas no panorama alternativo, podendo ascender a grandes palcos. Falo dos talentosos Vampire Weekend. Formados em Nova Iorque, esta banda acaba de lançar o seu primeiro trabalho discográfico, intitulado tambem de "Vampire Weekend". Este albúm explora evidentemente metodologias indie, acabando por fazer lembrar Sunset Rubdown. Simples mas eficazmente divertido, desta forma classifico este trabalho que promete dar que falar.
Aqui fica o alinhamento do primeiro trabalho desta banda. 1. "Mansard Roof" – 2:07
2. "Oxford Comma" – 3:15
3. "A-Punk" - 2:17
4. "Cape Cod Kwassa Kwassa" - 3:33
5. "M79" – 4:14
6. "Campus" (Rostam Batmanglij, Koenig) – 2:55
7. "Bryn" – 2:12
8. "One (Blake's Got a New Face)" – 3:11
9. "I Stand Corrected" – 2:38
10. "Walcott" – 3:39
11. "The Kids Don't Stand a Chance" – 4:03
12. "Ladies of Cambridge" -2:39
13. "Arrows" - 3:04
quarta-feira, 16 de abril de 2008
Fake Prophet Of Joy Division

Faço esta entrada para informar os meus visitantes da existência de um blog muito intressante que tem por nome "Fake Prophet Of Joy Division".
Neste blog irão poder ver bastantes criticas cinematográficas feitas por um amante desta vulgarmente chamada sétima arte.
Aqui, fica a hiperligação de um blog que aprecio imenso.
http://thefakeprophetfromjoydivision.blogspot.com/
Neste blog irão poder ver bastantes criticas cinematográficas feitas por um amante desta vulgarmente chamada sétima arte.
Aqui, fica a hiperligação de um blog que aprecio imenso.
http://thefakeprophetfromjoydivision.blogspot.com/
Bloc Party - Genialidade Alternativa

Não poderia deixar de dar o protagonismo da primeira entrada que realizo neste blog, a uma das minhas bandas favoritas. Falo dos ingleses Bloc Party.
Formados em Essex, esta banda nasceu da vontade de Kele Okereke e Russell Lissack de fazerem música, e teve como nome inicial "Union". Passado algum tempo junta-se a banda Gordon Moakes, para ocupar a vaga de baixista, bem como o espectacular baterista Matt Tong. O seu nome actual só foi defenido em 2003, e desde aí começaram um intensivo esforço creativo.
Os Bloc Party têm dois trabalhos editados. O primeiro "Silent Alarm" é na minha opnião uma clara demonstração da forte potencialidade deste grupo. Entrando por caminhos claramente alcatroados por rock alternativo e pos-punk, este album explora em muito a genialidade musical de Kele Okereke, nao desvalorizando de modo algum a excelente prestação de Matt Tong e os vistosos efeitos soltos pela guitarra de Russel. Para minha tristeza, é inevitável falar da pouca qualidade de Gordon, na medida em que pessoalmente acho que existem músicas desta banda que sobrevalorizariam com um baixo mais activo.
Falando do segundo disco de originais "A Weekend In The City", posso dizer que nao veio superar "Silent Alarm", mas veio sem dúvida mostrar facetas mais electrónicas, até à altura nunca reveladas.
Quem nunca explorou esta banda aconselho a faze-lo, caso contrário estará a perder momentos de grande intensidade musical e letras de grande profundidade.
Formados em Essex, esta banda nasceu da vontade de Kele Okereke e Russell Lissack de fazerem música, e teve como nome inicial "Union". Passado algum tempo junta-se a banda Gordon Moakes, para ocupar a vaga de baixista, bem como o espectacular baterista Matt Tong. O seu nome actual só foi defenido em 2003, e desde aí começaram um intensivo esforço creativo.
Os Bloc Party têm dois trabalhos editados. O primeiro "Silent Alarm" é na minha opnião uma clara demonstração da forte potencialidade deste grupo. Entrando por caminhos claramente alcatroados por rock alternativo e pos-punk, este album explora em muito a genialidade musical de Kele Okereke, nao desvalorizando de modo algum a excelente prestação de Matt Tong e os vistosos efeitos soltos pela guitarra de Russel. Para minha tristeza, é inevitável falar da pouca qualidade de Gordon, na medida em que pessoalmente acho que existem músicas desta banda que sobrevalorizariam com um baixo mais activo.
Falando do segundo disco de originais "A Weekend In The City", posso dizer que nao veio superar "Silent Alarm", mas veio sem dúvida mostrar facetas mais electrónicas, até à altura nunca reveladas.
Quem nunca explorou esta banda aconselho a faze-lo, caso contrário estará a perder momentos de grande intensidade musical e letras de grande profundidade.

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